A grande farsa do estupro coletivo!

Fala-se muito em “Cultura do Estupro”, mas a criminalidade ganhou força dentro do congresso com deputados voltados e votados a defesa de interesses escusos e descriminalização de crimes e criminosos como aqueles que defendem a descriminalização de drogas, pedofilia, e defendem a tal lei da homofobia. Esquecem entretanto que, pedofilia e homossexualismo(sim, porque trata-se de desvio, doença e não uma condição hereditária, genética. Ninguém nasce gay, podem existir raros casos) estão intimamente ligados. Tanto gays quanto pedófilos tem como alvo, se não principal mas, os tem, os menores de idade, crianças, geralmente do mesmo sexo. Não é impossível crianças de sexo diferente do agressor, serem também um alvo, visto que gays também por algum motivo mantém relações com mulheres. Vários são os casos inclusive, pode-se constatar isso em dvds pornos e em outros casos de encontros sexuais entre 3 ou mais indivíduos em que participam ambos, gays e mulheres. Se dentro do congresso fomenta-se semelhantes coisas, esperar-se o que dos cidadãos onde muitos não o são, perdendo sua natureza humana, animalizando-se e cometendo os atos mais vis possíveis? Vivemos uma Era de incertezas e contradições. Estamos entregues como reféns de políticas espúrias e escusas, políticos de igual teor. Acreditar em que, se nem mesmo as leis servem mais para justiçar e proteger um cidadão de bem, trabalhador e cumpridor dos seus deveres?

estupro

Recebi nas últimas 12 horas pelo menos três mensagens privadas perguntando se eu estava contente com o caso da menina estuprada numa favela do Rio de Janeiro, uma delas me chamando inclusive de monstro insensível. Bom, essas indagações – diga-se de passagem, pertinentes – merecem uma luz um pouco mais intensa e direcionada.

Primeiramente acho desnecessário dizer que sou contra qualquer forma de violência física e psicológica, especialmente por motivações sexuais. Todavia, sou a favor da castração química para estupradores e pedófilos, prisão perpétua para ambos e porte de arma para legítima defesa pessoal.

A repercussão que este evento alcançou e a histeria coletiva que causou, especialmente por parte das feministas militantes de plantão, são quase idênticos àqueles provocados pelo episódio da gaúcha que chamou o goleiro Aranha de “macaco” – atento aqui para a repercussão do caso especificamente e não para o ato em si –, mudando apenas o…

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