SERÁ MESMO, A LOIRA, BURRA?

SERÁ MESMO, A LOIRA BURRA?
“E, não se esqueça que o problema não está no cabelo, está na cabeça,/
Nem todas são sócias da farmácia./
Tem muita Loira burra de cabelo preto e castanho por ai./
E, Loira burra morena, ruiva, preta, loira burra careca./
Tem a Loira burra natural também, cada Loira burra é de um jeito,/
mas todas são iguais. Você está me entendendo.”
(da música: Lôraburra, de Gabriel O Pensador-de 1993).

Desde que a loira burra, ou melhor e/ou também, a música “lôraburra” foi eternizada pelo cantor e escritor Gabriel O Pensador, que se fazem piadas engraçadas mas, de muito mal gosto sobre o tema porque, apesar de na música não ser exclusividade somente das loiras mas, das que pintam seus cabelos, sejam ruivas, morenas, negras, a falta de conhecimento do idioma, embora não seja um catedrático mas com razoável conhecimento da língua, posso reconhecer os erros ortográficos que surgem em mensagens e postagens e por isso não sou favorável, mesmo não sendo loiro, a esse bullying dissimulado. Não acho justo porque nem todas as loiras são burras e, nem todas as burras são loiras. E, apiedo-me da pobre burrinha, que mesmo sem entender o que se passa, ainda é ofendida também sem ser chamada de loura. O burro é um animal pobre e irracional segundo uma música tocada em um antigo programa infantil da tv. Na verdade, o burro é um híbrido do cruzamento da espécie Equus africanus asinus ou jumento ou asno e, cavalo ou égua/Equus ferus caballus e não é tão burro quanto parece, se diz ou se pensa.
Mas, retornando as louras ou loiras, esse privilégio ou primazia da falta de cultura, de informação ou inteligência, não é exclusividade delas. Sendo assim, a seguir alguns exemplos de erros de português como se diz vulgarmente, relativos a vários tipos de pessoas, cujos nomes não serão divulgados por falta de consentimento e para preservação das imagens, a fim de se evitar constrangimentos e posteriores possíveis represálias. Inclusive, erros e absurdos comumente encontrados em provas do Enem, vestibulares e outros, além de alguns ou muitos em sites de relacionamentos:
-Um muito comum, talvez não por desconhecimento total mas até por distração: a troca da conjunção MAS pelo advérbio MAIS. Frequentemente ocorre até no meio universitário.
-De uma loira que postou uma piada sobre loira: “… procura na BOLÇA…” (Pode ter sido por distração?).
-“com SERTESA!!!” (Com toda certeza não foi escrito por uma mulher e nem loira).
-De um mulher de cabelos castanhos não aloirados: “…querem a ESCENCIA da…” (Distração??? Hummmm!!!)
– Essa é de um homem não loiro: “…estão DISENDO… ter CIDO… ele é EGETADO… e ASSENDE(Do verbo acender) na ORIZONTAL(faltou o h antes do O)!?…”
– De uma morena: “… é ser RECÍPOCRA!”(tendo sido repetido o mesmo erro em outra sequencia) e mais: “… com as CONJEQUITURAS…”
– Mulher também não loira: “… GEITO bom…”

          E, tendo recebido por e-mail, estas pérolas do Enem:
– “O Brasil não teve mulheres presidentes mas várias primeiras-damas foram do sexo feminino”.
– “Vasilhas de luz refratória podem ser levadas ao forno de microondas sem queimar”.
– “O bem star dos abtantes da nossa cidade muito endepende do governo federal capixaba”.
– “Animais vegetarianos comem animais não-vegetarianos”.
– “Não cei se o presidente está melhorando as insdiferenças sociais ou promovendo o sarneamento dos pobres. Me pré-ocupa o avanço regresssivo da violência urbana”.
– “Fidel Castro liderou a revolução industrial de 1917, que criou o comunismo na Russia”.
– “O Convento da Penha foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do morro”.
– “A História se divide em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje”.
– “Os índios sacrificavam os filhos que nasciam mortos matando todos assimque nasciam mortos”.
– “Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos”.
– “No começo Vila Velha era muito atrazada mas com o tempo foi se sifilizando”.
– “Os pagãos não gostavam quando Deus pregava suas dotrinas e tiveram a idéia de eliminá-lo da face do céu”.
– “A capital da Argentina é Buenos Dias”.
– “A principal função da raiz é se enterrar no chão”.
– “As aves tem na boca um dente chamado bico”.
– “A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva”.
– “Respiração anaeróbica é a respiração sem ar, que não deve passar de 3 minutos”.
– “Ateísmo é uma religião anônima praticada escondido. Na época de Nero, os romanos ateus reuniam-se para rezar nas catatumbas cristãs”.
– “Os egipícios dezenvolveram a arte das múmias para os mortos poderem viver mais”.
– “O nervo ótico transmite idéias luminosas para o cérebro”.
– “A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos”.
– “O nordeste é pouco aguado pela chuva das inundações frequentes”.
– “Os Estados Unidos tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro asfaltadas”.

Curiosidades: No Brasil, o estereótipo foi imortalizado na música “Loraburra”, de Gabriel Pensador. Na qual, o autor procura fazer uma crítica à mulher que se permite ser incluída no estereótipo e ainda faz um comentário explicativo em forma de rap no início da canção, dizendo que qualquer mulher de qualquer raça ou tipo de cabelo pode resvalar e se prestar à ênfase do estereótipo. Em inglês, o termo para o estereótipo de uma mulher bonita e com pouca demonstração de inteligência é bimbo, usado tanto para loiras, quanto morenas ou ruivas. O termo estrito para louras é dumb blonde.
O asno ou burro (Equus africanus asinus), também chamado jumento, jegue, jerico, asno-doméstico é um mamífero perissodáctilo de tamanho médio, focinho e orelhas compridas, utilizado desde tempos pré-históricos como animal de carga. Os ancestrais selvagens dos asnos foram domesticados por volta de 5 000 a.C., praticamente ao mesmo tempo que os cavalos, e desde então tem sido utilizados pelos homens como animais de carga e montaria.
No Brasil, o termo “burro” pode designar não a espécie Equus africanus asinus, mas o cruzamento entre essa espécie e a Equus ferus caballus (cavalo) quando resulta num animal de gênero macho, aquilo que em Portugal se designa como “macho”; quando esse mesmo cruzamento resulta num espécime fêmea, é designado como “burra” ou “asna”.
Os asnos se classificam dentro da ordem dos Perissodáctilos, e à família Equidae, à qual também pertencem os cavalos, pertencendo ambos a um único gênero, os Equídeos (Equus). Há séculos que é feito o cruzamento entre asno e cavalo, de que resulta um híbrido denominado muar ou mu, com características de ambas as raças: robustez, capacidade de adaptação a caminhos acidentados e a meio ambiente adverso, docilidade; pernas mais longas e, portanto, maior velocidade, maior facilidade de treino.
Em Portugal, tal como no Brasil, chamar burro a alguém é uma ofensa. Um indivíduo burro é um indivíduo pouco inteligente, estúpido, teimoso, ignorante, com pouco entendimento, sem conhecimento geral nem criatividade.

Fontes:
http://houaiss.uol.com.br/busca?palavra=BURROhttp://pt.wikipedia.org/wiki/BurroImagemImagem

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