O QUE É ISSO, COMPANHEIRO? ACORDA! O pior erro é pensar em reeleição. O continuismo é o pior vírus que possa ser introduzido na política. Outros exemplos existiram no passado. Continuismo só agrava a situação e se se for pensar a longo prazo, nada há de ser reformulado, nem reformas no sistema previdenciário, nem jurídico, nem em sistema algum pois, o comodismo satisfaz a gregos e troianos, portanto o que está ou como se diz, em time que está ganhando não se mexe. É a mais pura ilusão. Se há memória viva que se recorde então desses fatos: o Brasil atravessava uma séria crise na década de 1970. O governo a época era um de regime militar, talvez o mais cruel de todos os generais que governaram esse país. Houve contrabando de pedras preciosas, noticiado e logo abafado pois, o principal protagonista dessa peripécia, era alguém ligado a esse mesmo governo, supõe-se, um ministro, hoje ainda em atividade no meio político. Nesse ínterim, transcorriam normalmente os jogos da copa do mundo de 1970, no méxico. O Brasil, ou melhor, a seleção brasileira era franca favorita ao tricampeonato mundial. Enquanto isso, nos bastidores, o “massacre” dos opositores ia de vento em popa, a perseguição política não tinha freios, era como se o presidente tivesse dado carta branca a certos órgãos repressores para “exterminar” o foco subversivo instalado. Alguém da época, os nascidos antes de 1950, ainda tem dúvidas desses fatos? É possível que se possam recordar desses eventos e, mesmo alguns filmes nacionais, sugeriram esse terror instaurado nesse período? Não me refiro a “O Que é Isso, Companheiro”. “Pra Frente Brasil”,”Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia” retratou a corrupção, os envolvimentos de policiais, e até mesmo quem sabe, o nascimento ou continuismo do “EM”(esquadrão da morte). Porque não sei e talvez ninguém saiba precisar quando nasceu essa quadrilha “justiceira” dos “anos de chumbo”. E, será que ainda há quem acredite que GV/Getúlio Vargas se suicidou? Então, só posso crer que o brasileiro também acredite em papai noel, coelhinho da páscoa, cegonha e ovnis ou objetos voadores não identificados(discos voadores). Memórias curtas. Essas mesmas memórias curtas irão esquecer dos mensalões, das crises que fomos obrigados a suportar para saldar dívidas externas e outras enquanto, um grupelho desfrutava do bom e do melhor, “peladas” e churrascos, regados a cerveja, uísque, etc., viagens ao exterior a qualquer título ou com argumentações chulas. Esse mesmo bando, na sua autosuficiência, promovendo altos ganhos salariais enquanto o miserável do cidadão de bem mal tinha o que comer no seu dia a dia. Acorda POVÃO, como eu disse em resposta num site de relacionamentos, na página de uma deputada, a essa questão da mesma: -“Na opinião de vocês quem é mais forte na disputa presidencial de 2014? Lula ou Dilma? Quem será o candidato?”_Resposta: -“Jose Roberto: POVÃO, ACORDE, NEM LULA NEM DILMA, CHEGA DE CONTINUISMO! CONTINUISMO É DOENÇA, E ESTÁ OU JÁ INFECTOU A NAÇÃO. O POVO ESTÁ PARVO, perdeu a noção e a razão, a MEMÓRIA ENCURTOU, ATROFIOU, CAIU NO ESQUECIMENTO TODO ESSE PASSADO/PRESENTE?” Faltam menos de 2 anos para as próximas eleições. Nesse interregno, teremos duas competições internacionais aqui, no Brasil. Em 1970 não se pode dizer que o título de tricampeão foi comprado, tinhamos muitos craques que faziam a diferença no futebol jogado a época. Pressupõe-se que, em algumas dessas competições a nivel mundial, algum país sede tenha usado de expedientes pouco louváveis para atingir objetivos lícitos por meios ilícitos. Ou seja, comprado resultados em seu próprio benefício. Não há dúvidas que o mesmo possa ocorrer, supõe-se, por aqui, durante essas competições, visando interesses eleitoreiros como em 1970(usado para abafar escândalos e atrocidades cometidas por diversos setores envolvidos na caçada a supostos comunistas e subversivos, e outros visados). Assim como já se convencionou a realização de obras e outras benesses mais, em períodos eleitorais bem próximo a eleições e no prazo permitido por lei, sejam elas municipais, estaduais ou federais, a fim de se obter votos necessários a eleição de candidatos, sejam eles da situação ou oposição mas, que atendam aos interesses daqueles e de todos os envolvidos. “Porque me ufano de meu país”…, ah, poeta Afonso Celso, quisera que tu fosses a vivo nesses dois séculos, o passado e o presente, e se tu terias hoje do que se ufanar nesta terra. Acho que você, como político que foi durante o segundo império, numa época em que nem existiam pizzarias por aqui, ficaria perplexo nos dias atuais ao ver como tudo “acaba em pizza” como se diz popularmente, com todas as manobras e subterfúgios engendrados maquiavélicamente pelos amantes das coisas erradas. Porém, o certo é que não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe, frase muito usada antigamente. Isso é uma verdade inconteste, veja-se os exemplos anteriores com a ditadura militar de 1964 que vigorou somente por 21 anos, o Estado Novo de Vargas e outras. Desse país, podemos nos ufanar, não das ordens e ocorrências diárias, da criminalidade cada vez mais crescente, da politicagem corrupta que infestou e infectou a rainha do planalto qual erva daninha, de difícil extirpação. Por isso, nesse século de proliferação das comunicações digitais, onde quase todos estão conectados, há diversos sites de informações que podem auxiliar as memórias entorpecidas a conhecerem, e as que conhecem, relembrarem fatos marcantes de dias, meses e anos passados e avaliar os próximos candidatos, suas metas e promessas, e julgar com comedimento e sobriedade, aqueles que tem qualificações para exercer um mandato com dignidade e cônscio de que cada voto recebido representa um cidadão eleitor, que em conjunto é o povo, e que esse povo é a nação, e que democracia significa o governo do povo, pelo povo e para o povo. Obs.: – O termo democracia é de origem grega (δημοκρατία, dēmokratía) e quer dizer “poder do povo”. Na Grécia antiga, o termo foi muitas vezes empregado de forma depreciativa, uma vez que a maior parte dos intelectuais gregos, entre eles Platão e Aristóteles, era contrária a um governo de iniciativa popular. Democracia (“demo+kratos”) é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico. http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia Autor: JRoberto, colunista do:www.portaleducacao.com.br

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